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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Experiência com ácido acético e bicarbonato de sódio .


Esta reação química que vimos no video acontece
porque  o vinagre tem um elemento quimico chamada
 ácido acético,que porduz azetato de sódio e então
 reage com o bicarbonato  de sódio liberando dióxido de carbono
ou seja gás carbónico que vai e fazendo pressão na garrafa,
 até  encher o balão ou até mesmo estoura -ló como vimos no
video .


A Reação química que ocorre é a seguinte :
 NaHCO3 + CH3COOH ? CH3COONa + H2O + CO2(g)

terça-feira, 24 de maio de 2011

MARIE CURIE - 1911 (PRÊMIO NOBEL)

Rádio
É o mais pesado dos metais alcalino-terrosos, é intensamente radioativo e assemelha-se quimicamente ao bário. Este metal é encontrado combinado em quantidades mínimas no minério de urânio pechblenda, e em vários outros minerais de urânio. É um emissor de partículas alfa , partículas beta e radiação gama. O rádio misturado com Berílio produz neutrons.
Quando recentemente obtido, o metal puro do rádio é branco brilhante, escurecendo quando exposto ao ar ( provavelmente devido a formação de nitreto ). O rádio é luminescente ( produzindo uma coloração azul fraca ), Reage com a água para formar hidróxido de rádio, Ra(OH)2 , e é um pouco mais volátil que o bário.


Polônio
Este elemento é radioativo, dissolvendo-se facilmente em ácidos diluídos, porém só é levemente solúvel em álcalis. É quimicamente semelhante ao bismuto e ao telúrio, sendo mais eletropositivo que o telúrio e o selênio, elementos da mesma família.
O polônio-210 é um metal volátil, de baixo ponto de fusão, por isso, 50% se evapora após 45 horas numa temperatura de 326 K. Este isótopo é emissor de partículas alfa que apresenta uma meia-vida de 138.39 dias. Um miligrama deste metalóide emite tantas partículas alfa quanto 5 gramas de rádio. Um único grama de polônio-210 gera 140 watts de energia térmica.
Uma grande quantidade de energia é liberada pela deterioração de apenas meio grama, alcançando rapidamente uma temperatura acima de 750 K. Alguns Curies de polônio emitidos criam um fulgor azulado causado pela excitação do ar circunvizinho.

terça-feira, 17 de maio de 2011

WILHELM OSTWALD – 1909 (PRÊMIO NOBEL DE QUÍMICA)

Catálise
A catálise é a mudança de velocidade de uma reação química devido à adição de uma substância (catalisador) que praticamente não se transforma ao final da reação. Os aditivos que reduzem a velocidade das reações se chamam inibidores. Os catalisadores agem provocando um novo caminho reacional, no qual tem uma menor energia de ativação.

Existem dois tipos de catálise: homogénea, na qual o catalisador se dissolve no meio em que ocorre a reação, e neste caso forma um reativo intermediário, que se rompe; e heterogénea, em que se produz a adsorção dos reagentes na superfície do catalisador; a catálise heterogénea é frequentemente bloqueada por impurezas denominadas "venenos".

Catalisadores têm amplo emprego na indústria, por exemplo no processo de fabricação de ácidos (como ácido sulfúrico e ácido nítrico), hidrogenação de óleos e de derivados do petróleo. Todos os organismos vivos dependem de catalisadores complexos chamados enzimas que regulam as reações bioquímicas.

Ao contrário do que se possa imaginar, a temperatura não funciona como catalisador, apesar de, o aumento desta acelerar a reação. Porém, entende-se por catalisador, aquele composto que acelera a reação química diminuindo a energia de ativação da mesma, o que não ocorre com a elevação da temperatura, que propicia um aumento da energia do meio reacional e não uma diminuição da energia de ativação.

Na catálise homogénea:

    - Os reagentes e o catalisador encontram-se na mesma fase, geralmente é líquida;
    - Acelera o processo de reação;
    - A reacção evolui através de espécies intermédios com menor energia de activação;
    - A reacção tem mais do que um passo;
    - Os metais de transição estão normalmente envolvidos.

Exemplos de catalisadores usados na catálise homogénea:

    - Iões de metais de transição;
    - Complexos de metais de transição;
    - Ácidos e bases inorgânicos;
    - Enzimas.

Na catalise heterogénea:

    - O catalisador e os reagentes/produtos encontram-se em fases diferentes;
    - Acontece em lugares activos da superfície do catalisador;
    - Os gases são adsorvidos na superfície do catalisador, formando ligações fracas com os átomos metálicos do catalisador.

Exemplos de catalisadores que entram na catálise heterogénea:

    - Os metais de transição;
    - Óxidos de metais de transição;
    - Zeólitos;
    - Sílica/alumina.
Um exemplo muito usado de catálise, é quando a tromboplastina com íons de cálcio catalisa a reação de conversão de uma proteína sanguínea, a protrombina em trombina. Após outros processos, forma-se o coágulo.

EDUARD BUCHNER - 1907 (PRÊMIO NOBEL DE QUÍMICA)

Fermentação
  A fermentação não deve ser confundida com a respiração anaeróbica (processo no qual algumas bactérias produzem energia anaerobicamente formando resíduos inorgânicos). Trata-se, na verdade, de um processo anaeróbio de transformação de uma substância em outra, produzida a partir de microorganismos, tais como bactérias e fungos, chamados nestes casos de fermentos.
  A fermentação é um conjunto de reações químicas controladas enzimaticamente, em que uma molécula orgânica (geralmente a glicose) é degradada em compostos mais simples, libertando energia. Em alguns casos a fermentação é usada para modificar um material cuja modificação seria difícil ou muito cara se métodos químicos convencionais fossem escolhidos. A fermentação é sempre iniciada por enzimas formadas nas celas dos organismos vivos. Uma enzima é um catalisador natural que provoca uma mudança química sem ser afetado por isto.
   Hoje sabemos que os processos fermentativos resultam da atividade de microorganismos, como as leveduras ou fermentos (fungos) e certas bactérias. A levedura comum é um fungo composto de minúsculas células tipo vegetais similares às bactérias. Suas enzimas invertase e zimase quebram o açúcar em álcool e gás carbônico. Elas crescem o pão e transformam suco de uva em vinho. Bactérias azedam o leite produzindo ácidos láctico e buturico. Células do corpo humano produzem enzimas digestivas, como pepsina e renina que transformam comida em uma forma solúvel. Exemplo de fermentação é o processo de transformação dos açúcares das plantas em álcool, tal como ocorre no processo de fabricação da cerveja, cujo álcool etilico é produzido a partir do consumo de açúcares presentes no malte, que é obtido através da cevada germinada.Outro exemplo é o da massa do (bolo, pão) onde os fermentos (leveduras) consomem amido.
De um modo geral o termo fermentação também é usado na biotecnologia para definir processos aeróbios.

JOHANN FRIEDRICH WILHELM ADOLF VON BAEYER – 1905 (PRÊMIO NOBEL DE QUÍMICA)

Anil ( indigo )

O Anil é um corante de fórmula C16H10O2N2. É uma tintura importante com uma cor azul própria (ver Anil). É uma combinação heterocíclica. O composto químico que constitui a tintura do anil é chamado indigotina. Os antigos extraíram a tintura natural de diversas espécies de planta entre as quais a Indigofera anil. Mas quase todo o anil produzido hoje é sintético. Entre outros usos tornou-se famoso por dar a cor às calças "Jeans". O do anil usado em alimentos é listado nos EUA como o Azul FD&C No. 2.

Síntese química

O anil pode ser produzido sinteticamente de várias maneiras diferentes. O método original, usado primeiramente por Heumann em 1897, envolve a carboxifenila a 200°C com o hidróxido de sódio. Isto produz o ácido de indoxil-2-carboxilico, um material que é prontamente descarboxilado e oxidado ao ar formando anil.

A síntese moderna do indigo é diferente dessa forma usada originalmente e sua descoberta é creditada a Pfleger em 1901. Neste processo, a N-fenilglicina é tratada por fusão alcalina com os hidroxidos de sódio e de potássio e com amida de sódio. Isto produz o indoxil, que é oxidado subsequentemente ao ar com a formação do anil.

EVANTE AUGUST ARRHENIUS – 1903 (PRÊMIO NOBEL DE QUÍMICA)

De acordo com esta teoria, quando uma substância se dissolve em água, vai-se dividindo em partículas cada vez menores, que se dispersam em H2O; em alguns casos, a divisão para as moléculas (partículas neutras), e a solução não conduz corrente elétrica,as moléculas se dividem (disassociam) em partículas ainda menores e dotadas de corrente elétrica, chamada íons; neste caso, as soluções conduzem correntes elétricas. Exemplos: *soluções eletrolíticas, ao contrário, do que é provado, nas soluções não-eletrolíticas.

Assim, de acordo com a teoria de Arrhenius, quando a sacarose se dissolve em água, a divisão para nas moléculas; as partículas dispersas em água são moléculas de sacarose; como estas são neutras, a solução não conduz corrente elétrica. Quando o cloreto de sódio se dissolve em água, a divisão na água, a divisão vai além das "moléculas", cada molécula de NaCl se divide em partículas ainda menores, dispersas com carga elétrica, que são íons de Na + Cl; as partículas dispersas na água são, portanto, íons, e como estes têm carga elétrica, a solução conduz a corrente elétrica. O próprio Arrhenius admitiu que as reações de dissociações eletrolíticas e iônicas, são reversíveis, isto é, realizam-se simultâneamente em dois sentidos:

(* Direto x * inverso) Arrhenius foi o pioneiro a equacionar dissociações Eletrolíticas e Iônicas.

    * NaCl - Na + Cl
    * HCl - H + Cl
    * NaOH - Na + OH

Estabelecido a teoria da dissociação eletrolítica de Arrhenius, os ácidos passaram a ser definidos como substâncias que em solução aquosa se dissossiam iônicamente, libertando como cátions ou íons positivos de hidrogênio (H). Assim o HCl, HNO3, H2SO4 eram ácidos pela teoria de Arrhenius.

JACOBUS HENRICUS VAN ‘T HOFF (PRÊMIO NOBEL DE QUÍMICA)

A Osmose estuda a passagem espontânea de um solvente de uma solução mais diluída para outra mais concentrada através de uma membrana semipermeável.
A pressão osmótica está presente em diversos fenómenos do dia-a-dia. 
O facto das verduras murcharem após serem temperadas com sal acontece porque o sal retira a água das células das verduras.
Outro exemplo, é o do peixe de água salgada que não poderia viver em água doce e vice-versa. Isso provocaria um desequilíbrio entre a pressão osmótica interna do organismo do peixe e a pressão osmótica externa da água.
Jacobus Henricus van't Hoff  foi o primeiro Homem a receber o prémio Nobel da Química.  Foi-lhe  atribuído em 1901 devido ao seu grande contributo, no âmbito do estudo do equilíbrio em sistemas gasosos e em soluções fortemente diluídas. Neste estudo, ele demonstrou que a pressão osmótica, em soluções que sejam suficientemente diluídas, é proporcional à concentração e à temperatura absoluta,provando assim que as leis termodinâmicas são válidas para os gases e também para soluções diluídas. Introduziu o conceito de pressão osmótica.